Progressive Trance – Haldolium

listening – The Last Dance

Haldolium é constituído por Mário e Mark. Os dois com 32 anos de idade. Mário estudou física e Mark arquitectura. Pelo amor ao trance, conheceram-se em 1993. Depois de alguns anos a freqüentar festa e apresentando-se como DJ’s, já era hora de produzirem as suas próprias musicas. Então o projeto Haldolium desenvolveu-se no ano de 1996.

 

Uma pequena entrevista a Mark e Mário antes da festa InsanElements:

 

 

 

 

Como você definiria sua música?

Haldolium: Nos esperamos que não haja definição especial para nossa música. Todas as tracks que fazemos são influenciadas pelos sons que ouvimos. Então, se for para definirmos nossa música, diríamos, em primeiro lugar, que é música electrónica com todas as facetas. Nossa música é feita para dançar.

Fale um pouco sobre o último álbum “Haldolium”, lançado pela Plusquam Records?

Haldolium: Após o fim da Free Form Records, não havia dúvida sobre a nossa ida para a Plusquam. Juergen (líder da Plusquam) é de um grande amigo nosso. Todos os outros projetos na Plusquam são jovens e cheios de novas idéias. É óptimo trabalhar com esse background.

Quais são as suas influências musicais?
Haldolium: Existem vários tipos de música que adoramos ouvir. Nos anos 80 era o Depeche Mode, The Cure, Metallica, Sepultura, The Klinik. Nos 90, era toda a cena techno aqui da Alemanha, Inglaterra que era (é) impressionante. Tantos estilos diferentes…

Quem são os vossos produtores favoritos da nova geração?
Haldolium: Para dizer alguns nomes: Chable & Bonicci, Atmos claro, Thomas Penton, Madoka, Viton & Stel.

Na sua opinião, o que mudou na “cena” trance, psicadélico e progressivo, entre 1993, época em que vocês começaram, e hoje?

Haldolium: A música mudou. Nos anos 90, a música psicadélica era muito mais melódica e hipnótica. Grande parte dos artistas tinha educação musical fundamental. Hoje, muitas das músicas Goa-trance são (desculpem dizer isto) muito bagunçadas para nós. Quando começamos, o sentimento da Índia, principalmente de Goa, era muito presente. Agora a música e a festa estão à frente, não a visão de vida de algumas pessoas. Isso de certa forma é muito bom.

 

Fale um pouco sobre a sua apresentação. Que tipo de equipamento vocês usam?

Vocês irão tocar mais as músicas novas ou os sucessos?

Haldolium: Nós usamos dois portáteis e o programa sequencer ‘Live’. Controlamos os computadores com teclados midi. Todas as faixas são mixadas ao vivo com viradas novas e vocais. A performance será uma boa lista de tracks novas e antigas. Nós decidimos durante a apresentação, que tracks iremos tocar, então se houverem algumas favoritas, as pessoas podem ir nos dizendo.

 

In baladaplanet.com.br

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